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sábado, 20 de setembro de 2014

Regras de Negócios no Banco de Dados, Uma Péssima Ideia!

Quem nunca colocou regras de negócio dentro de um banco de dados? Isso sempre foi algo extremamente natural e muitas vezes estimulado no desenvolvimento de software, principalmente nos sistemas em "duas camadas", permitindo assim centralização de uma regra entre diferentes aplicações ou partes de uma aplicação e otimizando determinadas chamadas.

Contudo, depois de um tempo você descobre que aquilo que era solução se mostrou uma uma péssima ideia, pois ela cria uma serie de problemas e você se vê com um abacaxi enorme nas mãos.

Um dos problemas gerados e aquele que eu considero como sendo o mais crítico é a fragmentação da lógica de negócios entre a aplicação e o banco.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

E o programador virou pedreiro!


Qual é o papel atual do programador no projeto de um sistema na industria de software brasileira? Eu digo que é de pedreiro e explico o motivo!

No inicio da era da informática, a atividade de programação era tudo em um projeto de software. A criação de um sistema era considerada uma arte. Cabia ao programador criar sistemas que controlavam os misteriosos e novos computadores utilizando uma linguagem compartilhada entre eles e as máquinas. Essa atividade era executada por “gente estranha”, normalmente engenheiros que viravam a noite se dedicando a entender a língua das máquinas de modo a poder “conversar” com elas. Os sistemas criados por eles, normalmente, eram muitos específicos e muito ligado ao hardware. Muitas vezes, a programação era considerada uma ação secundária e vinculada ao projeto de hardware.

Com a evolução dos computadores e sua rápida disseminação, surgiram novas linguagens de programação de modo a facilitar criação dos softwares e a permitir que eles fossem compartilhados entre máquinas diferentes e pudessem realizar as mais diversas tarefas. O software, nesse momento, começa a ocupar um papel importante nas organizações, sendo responsável pela automatização de diferentes tarefas. O hardware se torna secundário e o software assume a frente.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

About

Bom, como primeiro post, para quem não me conhece, vou me apresentar.
Meu nome é Alexandre sou desenvolvedor de software e ex-estudante de Engenharia Mecatrônica, ex-estudante de Engenharia de Produção atualmente cursando Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Meus interesses giram em torno da engenharia e desenvolvimento de software, engenharia de produção, automação industrial e tecnologia.