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sábado, 31 de maio de 2014

Fica a Dica - Introdução a Estatística

Depois de muito tempo decidi retomar o blog. Essa decisão foi adida por diversos motivos, mas depois de ver uma palestra do Rafael Helm no Senac Talks vi a importância de transformar o conhecimento tácito em conhecimento implícito. Para isso acredito que melhor coisa é escrever e nada melhor do que escrever e compartilhar transformando assim o conhecimento tácito em implícito o em implícito em explicito. Sendo assim pretendo colocar, pelo menos uma vez por mês, algum texto aqui.

O problema de escrever em um blog é escolher um tema no qual as pessoas estejam interessadas. Como não tenho nenhum tema específico decidi fazer uma seção de Fica a Dica, no qual posso falar sobre diversos assuntos que podem (ou não) serem pertinentes as poucas pessoas que se dão ao trabalho de lerem o que eu escrevo :D !

Bom para iniciar eu vou falar de um livro que encontrei e que considero um achado. Ele se chama Introdução a Estatística - Atualização da Tecnologia (LTC editora, 10º Edição) e foi escrito pelo professor Mario F. Triola, que, com esse nome, parece brasileiro mas não é, o que com certeza é uma pena.

Bom, mas por que um programador e analista de sistemas quer falar sobre um livro de estatística? Porque isso tem tudo haver com o projeto no qual estou envolvido no momento. Estou trabalhando em sistema chamado Quantis, que é um software para análise quantitativa para o mercado de capitais. O software é basicamente faz análise estatística sobre cotações de ativos.

Mas porque ler um livro sobre algo tão maçante como estatística já que sempre é possível construir um software

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

E o programador virou pedreiro!


Qual é o papel atual do programador no projeto de um sistema na industria de software brasileira? Eu digo que é de pedreiro e explico o motivo!

No inicio da era da informática, a atividade de programação era tudo em um projeto de software. A criação de um sistema era considerada uma arte. Cabia ao programador criar sistemas que controlavam os misteriosos e novos computadores utilizando uma linguagem compartilhada entre eles e as máquinas. Essa atividade era executada por “gente estranha”, normalmente engenheiros que viravam a noite se dedicando a entender a língua das máquinas de modo a poder “conversar” com elas. Os sistemas criados por eles, normalmente, eram muitos específicos e muito ligado ao hardware. Muitas vezes, a programação era considerada uma ação secundária e vinculada ao projeto de hardware.

Com a evolução dos computadores e sua rápida disseminação, surgiram novas linguagens de programação de modo a facilitar criação dos softwares e a permitir que eles fossem compartilhados entre máquinas diferentes e pudessem realizar as mais diversas tarefas. O software, nesse momento, começa a ocupar um papel importante nas organizações, sendo responsável pela automatização de diferentes tarefas. O hardware se torna secundário e o software assume a frente.